O perigo do ASPARTAME – URGENTE

 
CONFERÊNCIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE E FUNDAÇÃO ESCLEROSE MÚLTIPLA EM ROTA DE COLISÃO COM A MONSANTO !

(Artigo escrito pela Dra. Mancy Marckle, da FIOCRUZ)

Estimulada pela notícia divulgada na CONFERÊNCIA MUNDIAL DE MEIO AMBIENTE de que estava ocorrendo nos Estados Unidos uma epidemia de Esclerose Múltipla e Lupus Sistêmico, embora não se soubesse que toxina estava fazendo com que essas doenças assolassem o país tão rapidamente, passei alguns dias falando a respeito do ASPARTAME, o adoçante conhecido como Nutrasweet, Equal e Spoonful.

Expliquei que eu estava lá para falar exatamente sobre este assunto.

Em meu pronunciamento esclareci que o ASPARTAME submetido à temperatura superior a 30º C, sofre alterações químicas nas quais é produzido álcool metílico, que se transforma em formaldeido e, em seguida, ácido fórmico
(veneno das formigas), que provoca acidose metabólica.

A sintomatologia da intoxicação pelo metanol, por esta via, imita a esclerose múltipla, o que leva a um diagnóstico errado. E o que é pior: a esclerose múltipla não se constitui em sentença de morte, mas a toxicidade do metanol sim.

No caso do Lupus sistêmico, que é quase tão grave quanto a Esclerose Múltipla, percebeu-se, especialmente em usuários de Diet Coke e Diet Pepsi, situação semelhante, também por conta da toxicidade do metanol oriundo do adoçante, pois as vítimas geralmente bebem de 3 a 4 ou mais latas destes refrigerantes por dia.

Nestes casos, o doente geralmente não sabe que o Aspartame é a causa de sua doença e continua com seu uso, agravando o Lupus a um grau tão intenso que algumas vezes ameaça a vida.

Assim, pessoas com diagnóstico de Lupus ficaram assintomáticas quando o uso do Aspartame foi interrompido, o que comprovou a causa, vez que,infelizmente, não podemos reverter esta doença, ainda hoje incurável.

Por outro lado, nos casos diagnosticados como Esclerose Múltipla (quando, na realidade, a doença é devida a intoxicação pelo metanol do Aspartame), a maioria dos sintomas também desaparece, tendo sido constatado casos em que a visão retornou e mesmo a audição foi recuperada…

Isto também se aplica aos casos de tinnitus (zumbido no ouvido).

Em conferência pronunciada anteriormente, alertei: “Se você está usando ASPARTAME (Nutrasweet, Equal e Spoonful, etc.) e sofre de sintomas como fibromialgia, espasmos, dores, formigamento nas pernas, cãibras,vertigem, tontura, dor de cabeça, zumbido no ouvido, dores articulares, depressão, ataques de ansiedade, fala atrapalhada, visão borrada ou perda de memória – você provavelmente tem a DOENÇA DO ASPARTAME!

O que aconteceu foi impressionante: ao ouvir este pronunciamento, as pessoas começaram a pular durante a palestra dizendo: eu tenho isto, é reversível?

Noutra ocasião, o embaixador de Uganda, por ocasião de sua palestra,relatou que a indústria de açúcar de seu país está adicionando Aspartame ao açúcar!

Também contou que o filho de um dos líderes da indústria não conseguia mais andar, o que poderia estar ocorrendo, em parte, pelo uso do produto!
Estamos com um sério problema, disse ele.

O Dr. Aspisto, um dos palestrantes, foi questionado por que tantas pessoas estavam tendo Esclerose Múltipla, relatando que durante a visita a um hospital, uma enfermeira disse que seis amigos dela, que eram viciados em Diet Coke, tinham recebido diagnóstico de Esclerose Múltipla. Isso é mais do que coincidência.

Desde algum tempo a questão tem sido levantada no Congresso dos EUA,incluindo o uso do Aspartame em 100 produtos diferentes. Nada foi feito.

O lobbie da droga, da indústria química, tem bolsos muito profundos. Agora que a patente expirou, existem mais de 5.000 produtos nos quais este produto químico tem sido adicionado.

Na época da primeira audiência realizada sobre este assunto no Congresso Americano, havia relatos de que pessoas estavam ficando cegas, o que pode ter ocorrido por causa da intoxicação pelo metanol que se converte em formaldeido na retina do olho, provocando a cegueira.

O formaldeido é uma substância do mesmo grupo toxicológico das drogas como cianeto e arsênico: VENENOS MORTAIS!

Infelizmente, esta intoxicação leva muito tempo para matar, mas está matando lentamente as pessoas e causando todos os tipos de problemas neurológicos.

Além do que foi exposto acima, há outras conseqüências graves:
o Aspartame altera a química do cérebro e causa diversos tipos de ataques.

Esta droga muda os níveis de dopamina no cérebro. Assim, imagine o que acontece com os pacientes que sofrem de doença de Parkinson, onde estes níveis já estão perturbados?

Seu uso também causa mal-formações fetais.

Registros existentes nos anais do Congresso Americano dizem: o Aspartame provoca o aumento do desejo por carboidratos e, por isso, faz o usuário engordar, o que é compatível com a observação feita pelo Dr. Roberts, citando
que a interrupção do uso do Aspartame levou a uma perda de peso que foi de 9,5 kg por pessoa.

Assim, pode-se dizer que o:  ASPARTAME NÃO É UM PRODUTO DIETÉTICO!

Portanto, não existe nenhuma razão para ser utilizado.
Outro risco: o formaldeído tem a propriedade de se armazenar nas células adiposas, principalmente nos quadris e coxas.

Embora seja usado como substituto não energético do açúcar, para os diabéticos o Aspartame é especialmente mortal. Todos os médicos sabem o que o metanol causaria a um paciente diabético.
É provável que em muitos casos os médicos acreditam que seus pacientes têm retinopatia diabética ,quando de fato o que têm é o mal causado pelo Aspartame.
Isto deve ocorrer porque o Aspartame mantém o açúcar sangüíneo fora de controle, fazendo, inclusive, com que muitos pacientes, por isso, entrem em coma. Infelizmente, muitos morreram.

Durante a Conferência do Colégio Americano de Medicina, pessoas nos contaram que tinham parentes que mudaram de Sacarina para o Aspartame e passaram a entrar, eventualmente, em coma. Seus médicos não conseguem controlar os níveis de glicemia. Os pacientes têm perda de memória pelo fato de que o ácido aspártico e a fenilalanina, bem como outros aminoácidos encontrados nas proteínas, são neurotóxicos.
Eles atravessam a barreira hemato-encefálica e causam deterioração nos neurônios.

O Dr. Russel Blaylock, neurocirurgião, diz: esses ingredientes estimulam os neurônios até a morte, causando dano cerebral em vários níveis, o que está bem descrito no seu livro intitulado:
“Excitotoxinas: O Gosto que Mata” (Health Press 1-800-643 2665).

O Dr. H.J. Roberts, especialista no tratamento de diabéticos e perito mundial em envenenamento pelo Aspartame, escreveu também um livro intitulado: “DEFESA CONTRA A DOENCA DE ALZHEIMER” (1-800-814-8900), onde conta como o envenenamento pelo Aspartame está relacionado com a doença de Alzheimer.
E realmente está. Mulheres de 30 anos estão sendo internadas com diagnóstico de Alzheimer depois do uso do Aspartame, contido em altas doses nas bebidas do tipo “Diet”.

Ambos os autores, Dr. Blaylock e Dr. Roberts, estão escrevendo uma carta-posição a ser divulgada pela Internet, relatando alguns casos de acordo com a Conferência do Colégio Americano de Medicina. Eles e nós estamos falando de uma praga de doenças neurológicas causadas por este veneno mortal.

Dr. Roberts observou o que aconteceu quando o Aspartame foi vendido pela primeira vez. Seus pacientes diabéticos apresentaram perda de memória, confusão e severa perda de visão .

Quando apresentou seus dados na conferência do Colégio Americano de Medicina, os médicos presentes admitiram que nada sabiam. Estavam imaginando por que os ataques tinhamaumentado tanto (a fenilalanina do Aspartame diminui o limiar para convulsão e depleta a Serotonina, o que causa psicose maníaco-depressiva, ataque de pânico, fúria e violência).

Antes de participar da Conferência, recebi um fax da Noruega, pedindo um possível antídoto para este veneno, porque os mesmos problemas já estavam sendo sentidos em seu país.

Este veneno está disponível em muitos países agora. Felizmente, tivemos embaixadores e palestradores na Conferência que se engajaram nesta luta.

EU ASSEGURO QUE:

A MONSANTO – A CRIADORA DO ASPARTAME – SABE COMO ELE É MORTAL.

ELES FINANCIAM A ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIABETES, ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE DIETÉTICA, O CONGRESSO E A CONFERÊNCIA DO COLÉGIO AMERICANO DE MEDICINA.

O New York Times, em 15 de Novembro de 1996, publicou um artigo a respeito de como a Associação Americana de Dietética recebe dinheiro da Indústria de Alimentos para endossar seus produtos.

Por isso, eles não podem criticar aditivos ou falar a respeito de sua ligação com a MONSANTO.

A que ponto chega isso?

Dissemos a uma mãe, cujo filho estava usando Nutrasweet, para interromper o uso do produto, pois a criança estava tendo convulsões diárias.

A mãe telefonou para o médico, que telefonou para a associação, cuja resposta foi: não interromper o uso de NutraSweet.

Estamos ainda tentando convencer a mãe de que o Aspartame está causando as convulsões, baseada em outros casos em que as convulsões cessaram quando o uso do Aspartame foi interrompido. Se o bebê morrer, sabemos de quem é a culpa, contra quem lutamos.

Existem 92 sintomas documentados de intoxicação pelo Aspartame, do coma até a morte.
A maioria deles é neurológica, porque o Aspartame destrói o Sistema Nervoso.

A DOENÇA DO ASPARTAME

É parcialmente a causa da SÍNDROME “TEMPESTADE NO DESERTO”, ocorrida com os soldados norte-americanos durante a guerra do Golfo Árabe.

Milhares de latas de bebidas Diet foram enviadas para as tropas do Tempestade no Deserto. Lembre-se que o calor pode liberar o metanol do Aspartame a 30º C.
.
As bebidas dietéticas foram expostas ao sol de 45º C no deserto Árabe por semanas. Os homens e mulheres de serviço bebiam isso o dia todo.Todos os sintomas deles eram semelhantes ao envenenamento por Aspartame.

A queimação na língua e os outros sintomas discutidos em mais de 60 casos podem estar diretamente relacionados ao consumo de produtos contendo Aspartame.

O Dr. Roberts diz que o consumo do Aspartame na época da concepção pode causar efeitos no feto.

A FENILALANINA oriunda do Aspartame, que quimicamente é o aspartato de
fenilalanina, se concentra na placenta, causando retardo mental, de acordo com o Dr. Louis lsas, Professor de Genética Pediátrica na Universidade de Emory.

Em testes de laboratório, os animais desenvolvem tumores cerebrais (afenilalanina tem um subproduto, o DXP, um agente causador de tumores cerebrais).

Quando o Dr.Espisto estava falando, um neurocirurgião da platéia disse:
Encontra-se um teor elevado de Aspartame nos tumores cerebrais removidos.

A STEVIA, um adoçante natural, NÃO É UM ADITIVO QUÍMICO, e ajuda no metabolismo do açúcar; seria ideal para os diabéticos e já foi aprovada, como suplemento dietético pelo FDA.

Durante anos, o FDA adiou esta aprovação por causa da sua lealdade à MONSANTO.

Tania Maria de Almeida Alves
Laboratório de Química de Produtos Naturais
Centro de Pesquisas Rene Rachou – FIOCRUZ
Av. Augusto de Lima, 1715
30 190-002 Belo Horizonte – MG – Brasil
Tel: +55 31 295 3566 Fax: +55 31-295 3115
email:tania@netra.cpqrr.fiocruz.br

Texto corrigido por :
Nivaldo Alves Soares e Josealdo Tonholo
Depto. Química/CCEN-Universidade Federal de Alagoas-Campus A. C. Simões

Tabuleiro do Martins 57072-970 – Maceió – (AL)Brasil
Fone/fax: (082)214-1389

NOTA:
Em 7/7/99 a UPI Farm News noticiou que a Monsanto estava colocando à venda sua linha de ingredientes alimentares, entre as quais o NutraSweet.

Teriam estas vendas ligações com o artigo acima?

MONSANTO VENDE NUTRASWEET – UPI Farm News – /jul/99

A Monsanto está vendendo seus negócios no ramo de ingredientes alimentares, inclusive adoçantes NutraSweet.

A receita destas vendas vai auxiliar a empresa química e a gigante da pesquisa agrícola – com sede em St. Louis – a saldar os débitos da compra desmesurada de biotecnologia, entre as quais a de empresas produtoras de semente.

A Monsanto necessitava das produtoras de semente como meio para escoar seu material genético “high-tech” para os agricultores.

Mas a companhia está vendendo empresas para pagar seus débitos resultantes dos investimentos em biotecnologia desde outubro, quando fracassaram os seus planos para fusão com a American Home Products (com sede em New Jersey).

Os negócios na área de ingredientes alimentares incluem a NutraSweet,o adoçante artificial usado em refrigerantes, além de outros alimentos e
produtos a base de goma.

O NutraSweet também é vendido como adoçante de mesa sob a marca de Equal. (Negritos acrescentados por Marcos Arruda/PACS) .

SUGERIMOS QUE CADA UM QUE RECEBA ESTE ARTIGO O DIVULGUE PARA O MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE PESSOAS E ENTIDADES. (PRECISAMOS COMBATER OS AUTORES DE MAIS ESTE CRIME CONTRA A SAÚDE HUMANA, QUE INCLUEM A MONSANTO E AS VÁRIAS ENTIDADES MENCIONADAS NESTE ARTIGO).


Roberta Lombardi Martins
Editorial de Línguas
Editora Scipione
Fone: (11) 3241-2255 r. 226
Fonte:
<http://www.jakobi.com.br/aspartame.htm&gt;

Você Usa Adoçante? Na certa você já sabe ou ouviu falar que adoçantes artificiais fazem mal à saúde. Mas a classe médica sabe? Claro! O Ministério da Saúde está ciente há muito tempo. Infelizmente, a população, de uma maneira geral, além de ser carente em informações científicas sérias, não tem a educação necessária para se tornar formadora de opinião (conscientização), bem como renda para usufruir do melhor para a sua saúde. Eis a realidade de que padece o povo de nossa América Católica. O Governo consente, os da saúde prescrevem, a indústria enriquece, o tributo cresce e o povo adoece. Rimou!  Adoçantes ou edulcorantes são substâncias que proporcionam a um alimento o sabor doce. Entretanto, nenhum adoçante pode ser considerado como alimento.

A indústria alimentícia não tem compromisso com o ser humano, mas com o negócio. As grandes corporações alimentícias fazem a festa em países emergentes (?) cujo povo tem uma educação superficial. Só o conhecimento, a conscientização e a mobilização podem provocar mudanças de paradigmas. Milhares de pessoas, orientadas ou não por alguns médicos e nutricionistas, fazem uso de algo que mais tarde criará as condições para a doença e a morte do paciente. Obviamente que os efeitos dos adoçantes artificiais não são imediatos. Podem levar anos.

As substâncias tóxicas na alimentação podem até provocar sintomas rapidamente, como alergias, mas, no geral, seus efeitos são acumulativos e multifacetados. Por isso você não pode culpar o médico, o nutricionista ou a indústria alimentícia tão facilmente. Viram como é sutil e inteligente esse processo? As toxinas agregadas nos alimentos funcionam como substâncias homeopáticas, de acordo com o princípio da prática homeopática: “doses infinitesimais” e “medicamento único”. Peixe morre pela boca. E o ser humano? Vejamos o que cada tipo de adoçante pode fazer para o nosso organismo…  Sacarina.

Podemos considerá-la como a avó dos adoçantes artificiais. Em 1977 a comunidade científica alertou ser a sacarina uma substância carcinogênica (provoca câncer). Mas a vovó ainda está aí no mercado, firme e forte. É mais fácil ela nos velar e enterrar do que nós a ela. A sacarina é uma substância artificial derivada do petróleo (tolueno mais ácido cloro-sulfônico), 30 vezes mais doce do que a sacarose. E tem mais. Se você é hipertenso, o seu cardiologista já lhe disse que você é proibido de fazer uso da sacarina? Não?!! Sacarina tem íon de sódio (Na+).  Ciclamato. É 30 vezes mais doce do que a sacarose. O ciclamato é probido nos Estados Unidos, Inglaterra e Japão. Atualmente, existem no Brasil diversos adoçantes de mesa à base de ciclamato e sacarina, sendo que os mais vendidos possuem a proporção de duas partes de ciclamato para uma de sacarina. Por isso somos terceiromundistas. O ciclamato é um sal do ácido N-ciclo-hexil-sulfâmico (CHS).

Tem problema de pressão arterial? É o mesmo problema da sacarina sódica. Por que seu médico ou nutricionista não falaram disso? Pergunte a eles.   Aspartame. Se você conhece alguém que faz uso de antidepressivos ou ansiolíticos, é bom orientá-los para não fazerem uso dessa substância. Segundo um relatório do New England Journal of Medicine, o aspartame pode causar desequilíbrio significativo de aminoácidos e neurotransmissores no cérebro. Um exemplo disso é a redução da disponibilidade do aminoácido triptofano, baixando os níveis de serotonina no cérebro, fato este que causa oscilações de humor e distúrbios do sono.

O aspartame é o adoçante mais utilizado em refrigerantes e bebidas. Há estudos que o enquadram como uma neurotoxina (mata neurônios) e também como carcinogênico (provoca câncer). E não pára por aí. Com o consumo do aspartame, o nosso corpo produz o metanol (álcool de madeira). Essa substância tóxica pode gerar dor de cabeça (cefaléia), desmaio, convulsões, perda de memória, oscilações de humor, depressão, entorpecimento das extremidades, náusea, perturbação gastrointestinal e sintomas de fibromialgia. E os cientistas apontaram que há indícios de o aspartame poder causar elevações nos níveis de insulina.

O gel de Aloe vera possui triptofano. Quem faz uso do gel, não deve usar aspartame. Acefulfame-K (acefulfame de potássio). Essa substância é uma das mais novas, aprovada pela FDA (ANVISA americana) em 1998. Um estudo científico sugeriu que ele poderia estimular a liberação de insulina. Porém, em 1997, um estudo com camundongos concluiu que “diante dos presentes dados significativos de genotoxidade mamífera in vivo, deve-se usar o acefulfame-K com cautela.” Quantas pessoas, na hora do almoço, pega a latinha do refrigerante cola diet e faz “tchiiiiiiii” e, logo após, “glup-glup-glup-glup”? Pense fazendo isso durante anos, o mesmo ritual? Não adianta reclamar mais tarde… Sucralose. Outro adoçante artificial novo na parada.

Irmão gêmeo do acefulfame-K, nascidos em 1998, cuja parteira foi a FDA. A suclarose foi criada pela modificação de moléculas de açúcar para que não sejam digeridas. A suclarose é 600 vezes mais doce do que o açúcar refinado. Como a suclarose é eliminada do organismo sem ser digerida, tem menor potencial de criar complicações do que a sacarina ou o aspartame. Há preocupações quanto ao potencial de a suclarose gerar compostos nocivos à medida que passar pelo sistema digestivo, mas testes em comundongos indicaram que o adoçante foi excretado praticamente inalterado, apenas com metabólitos insignificantes. Porém há motivos para cautela até que mais pesquisas científicas assegurem o seu uso.

Os estudos estão muito recentes ainda.  Stévia. Por fim, existe uma substância que foi enquadrada como adoçante, a Stévia, que é um produto oriundo de uma planta de mesmo nome. É um adoçante que até nos faz bem, sendo 30 a 100 vezes mais doce do que o açúcar refinado. A Stévia é um adoçante natural. Evita cárie e não é metabolizado no organismo. Os índios da América do Sul, em particular do Paraguai, já conheciam a planta Stévia há mais de mil anos e a utilizavam como parte de sua dieta.

Tome apenas cuidado porque existem fabricantes mal intencionados que vendem o produto da Stévia agregado à sacarina e outros adoçantes artificiais. O nome Stévia vende por si só, por isso as indústrias enganam as pessoas desinformadas.

É o mesmo que acontece com a Aloe vera: há empresas que vendem Aloe vera para beber, porém só existe uma empresa no mundo que tem a patente de estabilização (Aloe Vera of America), da qual somos representantes (Forever Living Products).

De resto, você é enganado por comprar extrato de Aloe vera com água. Para fazer qualquer efeito terapêutico o produto à base de Aloe vera deve conter, no mínimo, 30% de gel in natura.

Referência: WURTMAN, R. J. 1983 “NEUROCHEMICAL CHANGES FOLLOWING HIGH-DOSE ASPARTAME WITH DIETARY CARBOHYDRATES” N Engl J Med. 18 de agosto; 309(7):429-30 “Migraine provoked by aspartame” 1986 N. Engl J. Med. 14 de agosto; 315(7):456; MOLLER, S. E. 1991 “Effects of aspartame and protein, administered in phenylalamnine – equivalent doses, on plasma neutral aminoacids, aspartate, insulin and glucose in man”, pharmacol toxico

http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/alimentos/alimentos15.html

 

Falsos Alimentos Saudáveis: SOJA

 
Lynne McTaggart & Bryan Hubbard

Ainda precisamos aprender muita coisa para não sermos trouxas perante as estratégias do marketing.Ficamos horrorizados com a produção moderna de alimentos e as técnicas de agricultura intensiva, e é muito bom que procuremos alternativas. De acordo com as estatísticas sobre doenças degenerativas, é óbvio que alguma coisa que estamos comendo está totalmente errada. No entanto, em nosso afã por substituir a nossa alimentação moderna por outra mais saudável e mais humana, é importante não nos tornarmos vítimas dos mesmos interesses mercadológicos que, na realidade, promoveram a produção moderna de alimentos.

O crescimento maciço dos derivados de soja como, alimentos saudáveis, representa um triunfo do marketing – primeiro tivemos o desenvolvimento de uma “necessidade e em, seguida, a criação de um produto para preencher essa necessidade.As empresas, por trás do cultivo da soja, não são pequenas indústrias de alimentos integrais, mas gigantes como a Monsanto – aqueles mesmos que introduziram os modernos “alimentos” processados. Conseguiram pegar um mantimento intragável, somente usado em pequenas quantidades por certas culturas, e reembalá-lo como um superalimento que poderia até curar condições como osteoporose, altas taxas de colesterol ou sintomas da menopausa.

Esses gigantes da indústria sabem como usar o seu grande poder de influência política. Eles conseguiram que a FDA, a Agência de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos, desse sua bênção, afirmando que é saudável, e conseguiram abafar as informações sobre potenciais riscos à saúde.

Tenha certeza de uma coisa. A maioria dos produtos de soja não é “natural”. São tão processados, adulterados, refinados e “enriquecidos” como laticínios processados, leite “longa-vida” ou até mesmo Coca-Cola. A gororoba, que é o leite de soja ou queijo de soja e até mesmo o hambúrguer vegetal, passa por tantas fases de refinamento quanto o pão branco, pela forma como certas substâncias são retiradas e outras adicionadas para minimizar os problemas para a saúde.

A soja, que é adicionada a tudo, desde hambúrgueres vegetais até as tortas e pães enriquecidos com soja, representa a total degeneração de um alimento tradicional de uma cultura estrangeira.
Os asiáticos usam a soja em quantidades mínimas e a soja que usam é saudável, porque é produzida pelos métodos tradicionais de fermentação ou lenta separação (como no misso, no shoyu e no tofu). Eles não consomem a soja nas enormes quantidades que nós usamos como substituição da carne ou do peixe.

Não há nada de errado em ser vegetariano. No entanto, é importante compreender que um alimento não é necessariamente bom para você só porque não contém carne.  Os alimentos refinados são prejudiciais à saúde, mesmo se vendidos em uma loja de produtos naturais. O alimento bom é qualquer alimento produzido da maneira tradicional e não manipulado pela indústria. Nem apregoado pelo marketing empresarial.

Visite o site http://www.slowfood.com da Associação Internacional Slow Food – que visa defender e promover os alimentos tradicionais não industrializados.

http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/alimentos/alimentos9.html

Os problemas dos transgênicos

 

Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU.

1. Contaminação genética

Agricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação, agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como convencionais e/ou orgânicas.
http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/entrevistas

O Greenpeace tem publicado anualmente um Registro sobre Contaminação Transgênica sobre os muitos casos verificados em todo o mundo.

2. Ameaça à biodiversidade

A contaminação genética pode ter também um efeito devastador na biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações, conforme indicam estudos científicos – como no caso das borboletas monarcas, que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também atingidas.

3. Dependência dos agricultores

A empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com essa venda casada – semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas. Ver Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos – principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação genética de uma outra transgênica – e ele não tiver como provar isso.

4. Baixa produtividade

Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já se mostraram pouco competitivos economicamente e recentes estudos promovidos por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até 15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas.

Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que os cultivos convencionais ou orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida usado em plantações transgênicas.

5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)

O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1% ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto – e mesmo assim só depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito ao consumidor.

O Greenpeace publica, desde 2002, o Guia do Consumidor
http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/consumidores/guia-do-consumidor-2
com uma lista verde de produtos que não usam transgênicos em sua fabricação e outra lista, vermelha, com produtos que podem conter organismos geneticamente modificados em sua composição.

6. Uso excessivo de herbicida

O caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo, no entanto, esse uso excessivo provoca problemas no solo, nos trabalhadores e promove o surgimento de pragas resistentes ao herbicida (arquivo em pdf para baixar), exigindo mais e mais aplicações.

7. Ameaça à saúde humana
Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse sentido – e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863 da Monsanto.

E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como esses levaram alguns países, como a Áustria , a proibírem a importação e comercialização desses produtos.

No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam grande resistência em outros países, como no caso do milho MON810 , da Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil.

Transgênicos, ou organismos geneticamente modificados (OGMs), são seres vivos criados em laboratório a partir de cruzamentos que jamais aconteceriam na natureza: planta com bactéria, mamífero com inseto, bactéria com vírus, e por aí vai. Usando uma técnica que permite cortar genes de uma determinada espécie e colá-los em outra, os cientistas criaram organismos totalmente novos com características específicas. É o caso do arroz LL62, que a Bayer quer plantar e vender no Brasil. Seríamos cobaia do novo produto da Bayer, que não é plantado comercialmente em país algum do mundo.

Você conhecerá aqui um pouco mais sobre esse arroz e as implicações de sua comercialização no país, tanto para a saúde humana quanto para o meio ambiente.

O Greenpeace faz campanha contra a liberação dos transgênicos no meio ambiente por causa dos seus impactos imprevisíveis, irreversíveis e incontroláveis. Ainda há pouquíssimos estudos sobre o que pode acontecer com a saúde humana ou animal caso esses organismos sejam plantados ou consumidos. Até agora, ninguém conseguiu provar que eles sejam seguros.

É também por acreditar no seu direito de escolher o que vai para o seu prato que o Greenpeace explica um pouco mais sobre essa ameaça silenciosa que a Bayer trouxe para a população brasileira.

Contaminação genética – Devido às características de polinização do arroz, estudos apontam que o cruzamento entre as variedades transgênica e convencional é possível, o que resultaria na contaminação genética de diversas variedades. A contaminação genética ameaça a biodiversidade do arroz e também a produção dos agricultores que optarem por plantar um arroz convencional e/ou orgânico.

Surgimento de ervas daninhas resistentes – Se o arroz transgênico pode realizar cruzamentos com outras variedades – como o arroz vermelho, por exemplo – a propriedade de resistência ao glufosinato de amônio também poderá ser transmitida. Com isso, variedades convencionais poderão adquirir a resistência ao glufosinato, criando as condições para que o agrotóxico seja mais e mais usado no campo, oferecendo risco aos agricultores, ao meio ambiente e à saúde dos consumidores.

Perigoso para a saúde humana – A exemplo do que já acontece com a soja plantada no Brasil, a liberação do arroz transgênico da Bayer promoverá um perigoso aumento no uso do agrotóxico no campo, aumentando os níveis de resíduos no produto final, destinado ao consumo.

Testes em ratos mostraram que a ingestão de resíduos de glufosinato de amônio foi responsável por alterações no sistema nervoso, tremores, convulsões e reações alérgicas, além da permanência residual da substância no fígado, rins e no leite dos animais. Estudos independentes mostram ainda que o glufosinato de amônio causa a morte de células nervosas do cérebro.

Além disso, o agrotóxico da Bayer é rapidamente absorvido pelo sistema digestivo de mamíferos. Essa ingestão afeta o sistema nervoso e evidências dessa toxicidade foram encontradas na maioria das espécies de animais testados em laboratório.

Perigoso ao meio ambiente – Por conta da inevitável e incontrolável contaminação genética, os impactos no meio ambiente são imensos, como da perda de biodiversidade – estão em risco insetos e plantas selvagens que estiverem em volta do campo de plantio do arroz da Bayer, bem como fungos e bactérias, o que reduziria a fertilidade do solo, alterando ciclos de nutrientes e facilitando o aparecimento de doenças em novas safras.

Existem no mundo cerca de 8 mil variedades de arroz, cultivadas em pelo menos 110 países. No Brasil são 180 variedades cadastradas pelo Ministério da Agricultura. O arroz, que é uma gramínea do gênero oryza originalmente cultivada em zonas quentes do planeta, é extremamente adaptável a uma grande variedade de condições ambientais. As primeiras referências ao grão estão presentes na literatura chinesa e datam de 3.000 a. C.

O plantio pode ser feito de duas formas: irrigado ou de sequeiro. Os cultivos de arroz irrigado são feitos em terrenos preparados para reter uma lâmina d’água que tem por função “afogar” as ervas daninhas. No Brasil, essa técnica é comumente praticada na região Sul. O plantio de sequeiro é feito em terra seca, sem a lâmina d’água. Técnica muito usada no norte e nordeste do país.

Uma curiosidade: em total de área usada, o arroz de sequeiro ocupa um espaço maior. Mas o arroz irrigado rende mais.
Arroz vermelho

Embora seja tratado como erva daninha, o arroz vermelho é comestível e muito consumido no nordeste do Brasil, especialmente nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Ceará, Bahia e Alagoas. Plantado por pequenos agricultores, o grão é muito saboroso e pesquisas apontam para o seu maior valor nutricional, se comparado ao arroz branco e integral, graças à sua grande quantidade de ferro e zinco

http://www.curaeascensao.com.br/alimentacao_saude/transgenicos/transgenicos2.html

 

OS BENEFÍCIOS DO ALHO

 
Alho  – Nome Científico: Allium Sativum
O alho é um parente das cebolas e alho-porós, tem o poder de reduzir o colesterol e a pressão arterial, tem ação germicida combatendo infecções além de possuir antioxidantes e flavonóides que combatem o envelhecimento e muitas outras propriedades. Acredita-se que a maioria dessas propriedades se devem à riqueza de substâncias sulfurosas na sua composição. A ação mais saudável do alho é sua capacidade de melhorar as condições cardíacas, suas ações germicidas e anticancerígenas. Enfim, o alho é um dos alimentos acessíveis mais saudáveis.

Não é de hoje que o alho recebe o atributo de alimento bom para saúde. No célebre papiro de Ebbers, de 2.550 a.C., havia mais de 20 receitas à base de alho indicadas para combater infecções, dor de cabeça e faringites. Outros documentos datados de 3.000 anos A.C., elaborados pelos Babilônios, Chineses e Romanos também mostraram o uso do alho como medicamento. Mas, foi Hipócrates, pai da medicina, o primeiro a demonstrar com detalhes, o uso do alho como diurético e laxante. Plínio e Galeno, médicos romanos, também utilizaram o alho para o tratamento de infecções intestinais, problemas digestivos, pressão alta, senilidade e impotência. Nas anotações de Marco Polo há várias mostrando o uso do alho pelos chineses para desintoxicação.

Propriedades do Alho:

É lógico que a evidência clínica do valor efetivo do alho, tanto na prevenção quanto no tratamento de inúmeras afecções não se justifica apenas pelo seu conteúdo de minerais e vitaminas. Várias pesquisas têm atribuído seus efeitos terapêuticos pela presença de algumas substâncias. As mais importantes delas, quando o assunto é coração, são:

* Óxido dialildissulfeto, com capacidade de reduzir os níveis de lipídeos e do colesterol do sangue.
* Germânio: elemento condutor de oxigênio com ação revigorante e rejuvenescedora, graças à sua capacidade de conduzir oxigênio, agente hipotensores que ajudam a controlar a pressão arterial sem provocar efeitos secundários.
* Selênio: um mineral protetor do coração, pois ajuda a prevenir a formação de ateromas, de coágulos e ainda normaliza a pressão arterial.
Para completar o alho ainda tem alicina, a alina, ambas com efeitos antibactericida e antiinflamatório.

A gordura das artérias, aquela que deve ser eliminada quando em excesso, é chamada de Colesterol e o alho tem as seguintes propriedades:

· Previne doenças coronárias e circulatórias. Efeito hipotensor devido a vaso dilatação periférica, sobretudo nas pernas, olhos e cérebro. Recomendado para tratar a esclerose cerebral.
·  Previne infartos
·  Reduz a coagulação do sangue
·  Reduz a pressão sangüínea
·  Previne a agregação plaquetária; útil em tromboses e arterioscleroses.
· Combate infecções bacterianas, viróticas e fúngicas (para tratamento de fungos em dermatofitos que afetam a pele e leveduras, como Cândida Albicans).
·  Diminui o risco de câncer do estômago, gástrico e outros.
·  Reduz os níveis de açúcar e glicose, ajudando no tratamento da diabetes.
·  Efeito hipo-colesterolemiante (tratamento do colesterol).
·  Efeito anti helmíntico suave (Tratamento de parasitas intestinais).
·  Efeito expectorante.
·  Rubesfaciente e vesicante em uso externo.

Também se usa para combater problemas artríticos, inclusive em forma de tintura, ou em outras formas: para uso externo, e ainda em frieiras e verrugas. Em alguns lugares é usado, igualmente, como preventivo do cancro.

O Alho contém fructosanos (cadeias de moléculas de frutose) em abundância que lhe conferem una clara ação diurética. O seu óleo essencial contém dissulfuro de alilo proveniente da decomposição da alicina por ação duma enzima, a alizinase. Contém vitamina A, B1, B2, C, uma amina do ácido nicotínico, colina, hormonas, alicetoína I e II, ácido sulfociánico, iodo e vestígios de urânio. Esta complexa composição faz com que o alho tenha uma ação muito diversificada no organismo.

Alho com Azeite de Oliva Extra Virgem
Resultados conhecidos:

·         Desaparecem as dores de articulações;
·         Limpeza das artérias devido à presença dos ácidos graxos insaturados do azeite;
·         Dissolve sangue pisado em derrame ocular, trombos.
·         Protege contra gripes e infecções;
·         Melhorar poder das cordas vocais;
·         Limpa pulmões.

Como preparar:

·         Um dente de alho para cada 20 quilos de peso.
·       Esmagar os dentes alho cru, e colocá-los dentro do azeite de Oliva extra-virgem (um ou duas colheres da sopa) por um prazo mínimo de 30 minutos.
·         Pode-se colocar a mistura no alimento habitual, ou em caldos quentes.

Como usar:

·      O tratamento é feito à noite, pois sobrevém uma sonolência e depois sono profundo e reparador.
·         Esse tratamento deve ser feito durante 4 meses seguidos.
·         Depois desse período descansa uma semana por cada mês.
·         Outros a serem complementados por aqueles que fizerem esse tratamento com fé.
·         Deve ser combinado com outros tipos de alimentos saudáveis.

Relato de Alberto Barbosa Pinto Dias

“Prezados Amigos,

Em abril de 2005 fui acometido por uma cegueira total no olho esquerdo, causada por derrame de sangue. Verificada a pressão sanguínea estava a 19/ 11.

Um cardiologista do Einstein (Doutor Roderick) recomendou na emergência a tomar diurético e Adalat em dose dupla para fazer baixar a pressão de imediato. O oculista disse que não havia nada a fazer senão esperar, possivelmente por 6 meses, para depois verificar o que fazer. Consultado o cardiologista do Sabin (Climed-Atibaia), foi feito o eletrocardiograma, exames de sangue e chapa do tórax.

Verificados os resultados, alem da pressão alta, havia para serem considerados: a artéria aorta sinuosa as taxas elevadas de colesterol, triglicérides e ácido úrico. Passei a tomar Betalor (vasodilatador) e Hidrion (diurético).  Com o olho direito ainda bom, li um artigo no jornal divulgado na Internet, Ambiente Brasil, um artigo a respeito das propriedades antiinflamatórias do azeite de oliveira. Lendo a respeito de azeite, associei com a idéia de alho. Procurei dados a respeito das propriedades do alho e verifiquei a existência da Alicina que, favorece a circulação impedindo trombos e a existência de outras substâncias, algumas contendo enxofre na molécula e mais outras que apresentariam ação antivirótica e antibacteriana alem de agir sobre determinados tipos de câncer.

Como não há dados a respeito de dosagem, resolvi experimentar e verificar qual a dosagem por dentes de alho cru que mostraria algum efeito fisiológico evidente. Ultrapassando a dose de um dente de alho cru por 20 quilos de peso corpóreo, verifiquei uma sensação de afogueamento e calor evidenciando vaso dilatação juntamente com uma sensação estranha. Reduzida a dose para um dente de alho para cada 20 quilos de peso, torna-se bem suportável, principalmente se o alho, sendo esmagado e cru, for deixado no azeite extravirgem de primeira espremedura a frio (uma a duas colheres de sopa) por um prazo mínimo de 30 minutos.

Pode-se colocar a mistura no alimento habitual, sendo que passei a apreciar, vertendo uns caldos quentes, ferventes, mas não fervendo, sobre a mistura a ser tomada como sopa com pão integral. O tratamento é feito à noite, pois sobrevém uma sonolência e depois sono profundo e reparador de noite inteira. Esse tratamento foi feito direto por 4 meses, pois alem de desaparecerem as dores de articulações, eu esperava que se limpassem as artérias devido à presença dos ácidos graxos insaturados do azeite. Depois descanso uma semana ou menos cada mês.

Resultados: O alívio de dores articulares foi progressivo, sendo evidente em 30 dias. O sangue pisado foi clareando e em dois meses já enxergava sem nitidez, mas em três meses havia nitidez e em quatro meses transparência cristalina. Animado com os resultados continuei firme. Completados dez meses, voltei ao cardiologista do Sabin. Novamente os exames e : Radiografia de Tórax- Tudo limpo e normal. Aorta normal. Exame de sangue: ácido úrico baixou, colesterol baixou, triglicérides baixou. Eletrocardiógrafo: tudo normal com ligeiro bloqueio no ramo direito do Feixe de Hiss que me acompanha desde moço. Continuo com Betalor e Hidrion. Note-se: As berrugas caíram. Não tenho gripes nem resfriados nem infecções desde que iniciei esse hábito alimentar.

Bom dia para vocês.
Fraternalmente, Alberto Barbosa Pinto Dias.”

Alberto Barbosa Pinto Dias
Professor Secundário Efetivo por Concurso (Ciências e Biologia).
Professor Catedrático de Fisiologia Humana na Fac. Estadual de São José do Rio Preto, de 1956 a 1961 (UNESP).
Professor responsável por Fisiologia Humana e Geral na Faculdade Estadual de Rio Claro, de 1961 a 1963 (UNESP).
Professor por Concurso no Colégio de Aplicação da USP de 1963 a 1966.
Professor de Biologia e Bioquímica do Colégio Rio Branco, SP, de 1964 a 1978
Técnico em Aplicação de Relaxamentos, desde 1975.
Diretor do Silva Mind Control Ind. Inc., no Brasil de 1982 até 1994.
Atuando em Atibaia/SP desde 1998 com cursos de Desenvolvimento Mental e Psíquico.
Atualmente, como colaborador do Jornal Alternativas.

Mitos e verdades sobre alimentação

Alimentação é um tema que sempre gera muita controvérsia. Há muitas correntes com conceitos e ideias mais díspares possíveis, e que espalham esses conceitos na sociedade. A gama de reações individuais é muito extensa, e cada pessoa tem um perfil quase próprio de preferências e intolerâncias. Assim cada pessoa acaba elegendo um conceito e alguns mitos, que se encaixam no seu perfil alimentar. Reações alérgicas a alimentos são relativamente comuns e geram um ambiente ainda mais complexo para avaliação do que é bom e ruim para cada pessoa. Assim, é muito difícil traçar diretrizes, que sejam verdade absoluta para todas as pessoas. É como se cada indivíduo tivesse um perfil específico de alimentos ideal para si.

Nada como um ambiente complexo, como esse, para gerar histórias e mitos. Comida e alimentação mexem com um instinto de sobrevivência do ser humano. Isso ajuda as pessoas a projetarem suas fantasias na comida. As pessoas falam, sonham, criam histórias com isso. O que é verdade e o que não é? Dentro do possível vamos avaliar vários desses mitos e controvérsias, mostrando o que tem suporte na ciência e nos estudos feitos pela medicina e nutrição até o momento.

1º) Carne de porco é menos saudável que carne de vaca?

Carne de porco é uma carne mais gordurosa que a de vaca, e como toda carne, possui principalmente as gorduras saturadas, aquelas que não são as melhores para saúde. Assim é uma carne que não pode ser consumida em muita quantidade ou com muita frequência. Os judeus consideram a carne de porco não “kosher”, ou seja, imprópria para o uso humano, o que ajuda a criar um conceito de pouco saudável. Acredita-se que isso deva ter sido por ela transmitir um tipo de verme (Taenia solium) que pode causar uma doença mais séria, a cisticercose. Essa doença pode ser evitada com um cozimento adequado da carne.

Entretanto, a carne de porco também tem algumas características boas. As proteínas do porco são mais parecidas com as humanas, que as da vaca, por isso é uma carne que pode ser usada em pessoas com alergia a outras carnes. Os chineses associam o porco ao rim, por isso acreditam que sua carne ajuda as pessoas que têm doença renal.

2º) Beber água durante a refeição causa barriga?

Beber água na refeição, em especial água em excesso (mais que meio copo), não é bom, porque dilui os sucos digestivos que são produzidos no estômago e nos intestinos. Isso faz a digestão se tornar mais lenta e laboriosa, e muitas vezes o bolo alimentar aumenta de volume com a água, levando a uma distenção abdominal – ou seja, a barriga fica dilatada. Mas esse efeito é reversível, ou seja, assim que acaba aquela digestão, a barriga volta ao normal. O que causa aumento mantido da barriga é o aumento da gordura abdominal. O principal fator que aumenta a gordura abdominal é uma alimentação excessivamente rica em carboidratos simples (açúcar), em especial combinado com bebidas alcoólicas. Isso aumenta a síntese de triglicerídeos (gorduras) no fígado, que se acumulam mais na cavidade abdominal, fazendo a barriga crescer. Há também um fator genético, que faz que algumas pessoas tenham mais tendência a acumular gordura na barriga.

3º) Chocolate faz bem ou mal à saúde?

Um ponto fundamental em alimentação é que não existe necessariamente alimento totalmente ruim nem bom. Tudo depende da quantidade que a pessoa come. Até água que é a substância que temos em maior proporção no organismo, pode ser nociva em excesso. Com o chocolate não é diferente, é importante controlar a quantidade.

Sim, chocolate é um alimento que faz bem à saúde, pois possui procianidinas e outros antioxidantes que ajudam na proteção dos vasos sanguíneos e na prevenção da aterosclerose. Mas, como o chocolate é muito calórico, ele deve ser consumido em quantidades muito moderadas para evitar o aumento de peso. O ideal é uma barra pequena, de 30 a 50g, no máximo, por dia.

É verdade que o chocolate ajuda a melhorar o humor feminino, e às vezes a TPM, porque combina alimentos como triptofano, metilxantinas e outras substâncias que melhoram o estado de humor. Isso explica o desejo que muitas mulheres possuem por chocolate. Como o chocolate é muito gorduroso, ele pode causar intolerância e casos de dores de cabeça, em pessoas sensíveis.

4º) Leite causa aparecimento de muco?

O leite a que nos referimos, é o leite de vaca. A albumina (proteína do leite) da vaca é muito alergênica para a espécie humana. Por outro lado, os leites que são maternizados, ou seja preparados para uso em crianças, são feitos com leite de vaca. Crianças possuem um intestino mais imaturo que os adultos, principalmente até o segundo ano de vida. Isso facilita a entrada de proteínas inteiras da vaca no organismo da criança, e essas proteínas vão funcionar como um estímulo ainda maior para desencadear alergia. Como consequência, a alergia ao leite de vaca é muito comum em crianças e adultos.

Nessas pessoas, que possuem alergia ao leite de vaca, a ingestão de leite costuma causar sintomas alérgicos respiratórios, acompanhados do aumento da secreção de muco. Outro problema do leite de vaca é a quantidade de lactose, o açúcar do leite. Muitos adultos vão desenvolvendo uma deficiência da capacidade de digerir a lactose, e com isso têm gases, desconforto na barriga, diarreia, náuseas, dor abdominal e outros sintomas quando tomam leite de vaca ou comem seus derivados. Leite de cabra é bem mais saudável, pois sua proteína causa muito menos alergia, ele tem menos lactose e gorduras que o leite de vaca.

5º) Brócolis e repolho causam gases?

Sim brócolis, repolho, couve-flor, couve mineira, couve de bruxelas, e mostarda são vegetais do gênero brassica. As espécies desse gênero possuem uma proteína muito rica em aminoácidos sulfurados. No tubo digestivo esses aminoácidos são fermentados por bactérias intestinais a óxido de enxofre (SO2) um gás mau cheiroso. A produção de gases pode atrapalhar a digestão, além do problema do desconforto que a sua saída provoca. Por isso e recomendável evitar de comer quantidades excessivas desses vegetais, pois a digestão pode ficar afetada. Também é recomendável não combinar esses vegetais na alimentação, preferindo misturá-los com outros que não geram gases, e assim minimizar o problema.

6º) Ovo faz mal à saúde?

Ovos têm bastante colesterol, cerca de 200mg por unidade, mas os estudos recentes sugerem que uma boa parte não seja absorvido. A lecitina do ovo reduz a absorção do colesterol. Isso é mais ou menos a metade a quantidade de colesterol recomendável para ingestão máxima diária. Portanto a quantidade de colesterol do ovo não é um empecilho para seu uso – considerando a recomendação de ingestão de uma unidade ao dia.

Por outro lado, o ovo possui vários alimentos importantes como proteína, fosfatidil colina (uma substância importante para o cérebro), vitaminas A, D, E, B1, B2, B3, B6, B12, biotina, ácido fólico, fósforo, cálcio, magnésio, cobre, zinco, selênio, iodo e enxofre. Botando os prós e contras na balança, o ovo se mostra um excelente alimento.

7º) Café faz bem ou mal à saúde?

São essas contradições da ciência. Durante um bom tempo se dizia que a cafeína fazia mal à saúde. Agora se descobriu que a cafeína não é tão ruim assim, e tem vários efeitos positivos. Ela ajuda a combater a fadiga e gera algumas melhoras no desempenho cerebral, como memória e capacidade de concentração. Ela também tem efeito analgésico, ajuda a reduzir dores de cabeça e estimula a função renal. Mas seus efeitos problemáticos continuam a existir, em especial o aumento da secreção do estômago, que pode causar dor abdominal e gastrite. A cafeína ainda gera problemas em pessoas sensíveis com insônia ou naqueles que tem arritmias no coração – como as extrassístoles e tendência à taquicardia. O uso alimentar do café exige muito bom senso quanto a quantidade, como é fundamental para qualquer alimento – uma xícara de cafezinho no café e almoço é o recomendável para aproveitar os seus efeitos com um mínimo de risco sem ter os efeitos negativos.

8º) Suprimir o jantar ajuda mais a emagrecer?

Há um conceito proposto por algumas pessoas, que o jantar é a refeição onde os alimentos são mais utilizados para refazer os estoques de gordura, já que durante à noite o metabolismo diminui, e assim sobram mais calorias para o estoque. Por isso, essas pessoas recomendam suprimir o jantar como estratégia para emagrecer. Apesar do raciocínio acima fazer sentido, ninguém provou que isso acontece, e a maioria dos nutrólogos e nutricionistas acredita que esse conceito é lenda.

Suprimir completamente a alimentação da noite é ruim porque acaba levando a hipoglicemia durante a noite, o que pode atrapalhar o sono. Muitas pessoas, com o sono atrapalhado e hipoglicemia noturna vão acabar assaltando a geladeira e o tiro sai pela culatra. O que a maioria dos bons profissionais de saúde que trabalha com alimentação concorda, e é a proposta de mais bom senso, é fazer uma refeição bem mais leve à noite. É recomendável comer um prato de sopa de legumes, apenas.

Troconvulsoterapia

Apesar de todas as advertencias, experiências, contrapontos e o alto teor deletério do tratamento a  psiquiatria cvolta a usar a confulsoterapia/eltrochoque em apacientes comdepressão. Obviamente é oque está sendo usado pelas clinicas do setor público para tratar os dependentes químicos.

Por Débora Carvalho Meldau

A eletroconvulsoterapia (ECT), antigamente conhecida como eletrochoque, consiste em um tratamento psiquiátrico eficaz e seguro, no qual são induzidas alterações na atividade elétrica cerebral por meio de passagens de corrente elétrica, com o paciente sob anestesia geral. Tem sido utilizada para tratar quadros graves de depressão, além de catatonia, mania, esquizofrenia, doença bipolar e epilepsia.Trata-se de um método terapêutico que gera muita controvérsia, sendo, até os dias de hoje, interpretada por muitas pessoas como um tratamento doloroso, antiquado ou tortura. Esta técnica foi introduzida como tratamento no ano de 1930, passando a ser amplamente utilizada entre a década de 40 e 50. Nesse período, foram descobertas as drogas antipsicóticas e antidepressivas, o que implicou em uma imagem negativa da ECT. No entanto, quando os profissionais da área começaram a observar as limitações dos fármacos no tratamento de doenças psiquiátricas, o interesse pela ECT passou a aumentar. A partir da década de 70, houve o aprimoramento da técnica, permitindo o controle preciso da carga fornecida, oxigenação, uso de anestésico, relaxamento muscular e monitoramento das funções vitais.

Especialistas acreditam que a ECT não deva ser utilizada como um tratamento de eleição, mas sim nos seguintes casos:

  • Quando os medicamentos não são eficazes;
  • Pacientes debilitados ou idosos
  • Quando há risco de suicídio iminente;
  • Presença de sintomas catatônicos;
  • Presença de sintomas psicóticos graves;
  • Gestantes com sintomas psicóticos;
  • Síndrome neuroléptica maligna.

A ECT pode ser feita de três formas:

  • Colocação de eletrodo;
  • Frequência de tratamento;
  • Estímulo com onda elétrica.

Os efeitos colaterais mais comuns da ECT incluem:

  • Dores de cabeça;
  • Rigidez muscular;
  • Confusão mental, em decorrência dos anestésicos ou tratamento;
  • Náuseas.

Esta forma de tratamento é  contraindicada em casos de tumores, histórico de infarto ou arritmia cardíaca, uso de marca-passo, aneurisma, deslocamento de retina, feocromocitoma e doenças pulmonares.

Fontes:
http://www.ipan.med.br/ect.php
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eletroconvulsoterapia
http://www.news-medical.net/health/Electroconvulsive-Therapy-What-is-Electroconvulsive-Therapy-(Portuguese).aspx
http://www.hcnet.usp.br/ipq/revista/vol33/n5/262.html

Chicória

Por Marina Martinez
A chicória é uma planta herbácea, perene, pertencente à família Asteraceae, da qual estão inclusas milhares de espécies entre elas as alfaces, os girassóis e as margaridas. De origem Européia e atualmente cultivadas em várias regiões tropicais, subtropicais e temperadas do mundo, a chicória destaca-se por ser uma hortaliça muito nutritiva e cheia de propriedades medicinais.

Chicória
Chicória

Classificação científica
Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Asterales
  Família: Asteraceae
Gênero: Cichorium
Espécie: C. intybus

A parte consumida da chicória são as suas folhas, que possuem como características formato lanceolado, possuem coloração esverdeada, com aproximadamente 30 centímetros de comprimento e 6 centímetros de largura. Elas podem ser lisas ou ter algumas nervuras e, possuem um sabor característico levemente amargo. Seus talos são pubescentes e as flores são encontradas na coloração azulada, reunidas em uma inflorescência do tipo capítulo. O fruto é do tipo aquênio (seco e indeiscente) e suas raízes são tuberosas, pivotantes e muito utilizadas quando torradas, na produção de um substituto de café, principalmente na Europa.

Para que se desenvolvam bem as chicórias necessitam de um solo bem drenado e enriquecido com matéria orgânica, e apreciam o clima ameno, com temperaturas na faixa de 14 a 16 graus Celsius. Quando expostas a altas temperaturas as chicórias tendem a ficar com o sabor mais amargo. Os principais produtores de chicória são a Itália, a Espanha, a França, os Estados Unidos e a Holanda.

As folhas de chicória são muito apreciadas na culinária de diferentes culturas. Elas estão presentes em saladas diversas e como um ingrediente para o preparo de sopas, molhos, purês, tortas e várias outras receitas. Quando cozidas, o sabor amargo tende a diminuir. Por conter baixíssimas calorias (100 gramas oferecem cerca de 20 kcal), as chicórias estão presentes em muitas dietas de emagrecimento. Além disto, as folhas de chicória são bastante nutritivas. Elas contêm vitamina A, vitaminas do complexo B, vitamina C, D e também alguns minerais como cálcio, ferro e fósforo.

As folhas de chicória também são comumente utilizadas para fins medicinais. Elas possuem ação depurativa, diurética, estomáquica e laxativa. Já as raízes possuem uma substância denominada inulina (um polissacarídeo semelhante ao amido), que não é digerida por enzimas no intestino humano e é um alimento de fibra solúvel (prebiótico), o que significa que este nutriente serve de alimento para as bactérias boas presentes nos intestinos. Assim, a inulina contribui para o bom funcionamento do intestino prevenindo diversas doenças.

Fontes:
http://www.cnph.embrapa.br/paginas/dicas_ao_consumidor/chicoria.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chicória
http://www.jardineiro.net/br/banco/cichorium_endivia.php
http://emedix.uol.com.br/fit/chicoria.php

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