Terapias Alternativas

     Terapias alternativas

 

 

A medicina e o saber médico vem ocupando lugar de destaque nos estudos históricos, sociológicos e antropológicos. Durante muito tempo médicos e sanitaristas se colocavam como autoridades e alteridades no que tange as questões de saúde de doença e de morte. Lutam para o reconhecimento científico seu saber e conquistam espaços significativos nos rituais de cura, nas políticas públicas nas clínicas, na indústria farmacológica, nas instituições de ensino, na saúde pública e na medicina privada, apresentando-se como arautos de uma verdade.

As práticas médicas alopáticas estão totalmente emergidos nos avanços tecnológicos da área, com os raio X do início do século XX, com a tomografia em meados do século e com a eletroressonância mais recente. Atuam nos diagnósticos com uma gama de recursos técnicos da medicina nuclear, de exames invasivos e justificados como pertinentes, procedentes e impressindíveis para o diagnóstico e o próprio tratamento, bem como para avaliar a eficácia dos procedimentos intervencionistas. Cada vez mais invasiva, medicalizadora das relações sociais e das construções da subjetividade, encontram na industria cultural, na indústria farmacológica, nos laboratórios de experimentação e pesquisa nos chamados setores de ponta, como o genoma, por exemplo. A cada nova conquista mais alterações na prontidão para resolver as questões de saúde/doença, mas menor a preocupações com o ser tido como doente, portanto objeto. Há cada vez mais com o avanço dos conhecimentos, com o aprofundamento das especializações e a racionalidade imposta nas relações médico/paciente, apesar das alterações na legislação e as pressões e demandas dos cidadãos, ou aumento significativo de iatrogenia, ou seja, dos casos de incidentes e doenças causadas por erros médicos e falta de perspectiva de uma visão globalizante do ser humano.

As terapias alternativas se avolumam e tomam relevo na exata medida em que cresce a demanda por novas formas de abordagem do binômio saúde/doença e vida/morte, pois há uma preocupação cada vez maior por setores significativos da cidade que os médicos indicam como doente – por ânsia, bem estar, equilíbrio, longevidade com qualidade de vida e tentativas de se proteger contra os efeitos deletérios das práticas médicas incisivas e impositivas, autoritárias, improcedentes e imprecavidas.

As chamadas terapias alternativas tem sua origem na própria história da humanidade, recebem tal denominação por não comporem o rol dos procedimentos assumidos oficialmente pelo Estado regulamentador e pelo saber médico normatizador. Na realidade são resultados de uma longa trajetória e oriundos distintos que se encontram num espaço privilegiado na atualidade. Sendo que algumas práticas como a acupuntura e a homeopatia, por exemplo, tem sido reconhecidas pelos poderes constituídos, apontando inclusive para reivindicações dos alopatas de serem os únicos a terem o direito de a praticarem, sendo categorizadas com práticas complementares. Indício do significado de tais práticas nos processos de cura e reorientação dos sentidos da vida e pressuposto de que os médicos não podem prescindir da perspectiva de serem os únicos responsáveis e usufrutuários dos destinos e tragédias da humanidade. Formam um corporação com grande poder de veto proposição e ação apontando para as decisões finais do próprio Estado no que se refere as tramas de vida, ou viver/morrer e seus rituais.

As terapias alternativas trazem em seu seio elementos de tradição e de modernidade, do sagrado e do profano, pois articulam discursos atuais próprios da racionalidade da sociedade urbana associados a princípios de práticas oriundas das sociedades tradicionais quando o ato da cura se confundia com a dádiva e expressão sagrado – um mundo divinatório e encantado.

Um dos pressupostos básicos da crítica a medicina alopática situação de difícil definição do normal e do patológico em termos físicos e mentais, bem como da adequação da máxima da Organização Mundial da Saúde da situação do bem estar, sem se pensar em parâmetros das distintas sociedades e culturas e sem levar em conta as práticas, usos e rituais do universo da saúde, da doença e da morte.

Parte de uma racionalidade carteziana separando corpo e mente e o sadio do doente, além da dissociação corpo e mente, apontando para outro nível de separação que se traduz no biológico e no psíquico e quando enfoca cada um dos componentes do ser dissociado, não analisa as interações. Não tem a dimensão cultural do contexto e representação do corpo. Não tem a perspectiva que as doenças tem seu histórico, bem como as formas de cura.

A situação se agrava quando se lida com a morte ou os casos terminais, pois pelo tecnicismo nenhum consolo/conforto oferece ao doente e aqueles que o cercam. Lida com a higienização da morte e sua assepicia, distanciando-a da experiência social e cultural. Os familiares ou amigos acompanham a passagem através de relatórios, boletins ou poucos momentos de visitas na UTI’s distanciando de um contato mais efetivo com o ato da morte e do morrer, contribuindo para o prolongamento artificial da vida, com conseqüências ainda insondáveis para o doente.

A experiência da morte asceptica não vivenciada conjuntamente pelo moribundo e seus entes mais próximos desloca do espaço do lar para o hospital o ato de morrer. Muda radicalmente as experiências das sociedades mais tradicionais na apreensão de um momento tão significativo da vivência individual e coletiva. Nesse estágio de vida, quando consciente, o ser costuma fazer uma reflexão sobre sua trajetória e relata/narra/confessa seus feitos, buscas, encontros/desencontros, tomadas de posição, angústias, prazeres e deixa como legado uma experiência que é extremamente valorizada na passagem e para aqueles que o acompanham e são privados de sua companhia. Mesmo para aqueles que se colocam como materialistas ou céticos com relação a uma visão que apontam um significado para a vida para além da fisicalidade se apresenta como aprendizado ou amenizador à dor da despedida.

A medicina e as técnicas de prolongamento da vida contribuem para dar uma aparência de naturalidade a morte distante da cidade onde se desenvolveu da vida, colocando-a como situação de responsabilidade de técnicos, cientistas e todo um aparato burocrático que pasteurizam, encobrem, fragmentam e negam a própria essência do ser, que de humano se transforma em doente, e que desta categoria em moribundo tutelado ou assistido. Há uma vigilância constante e acompanhamento técnico dos sinais vitais do indivíduo na UTI protegendo-o de seus entes mais próximos e dificultando/facilitando o preparo para o momento final, o da passagem , sem a presença dos que conviveram toda uma  vida com o objetivo dos cuidados hospitalares.

As terapias alternativas se articulam a partir de parâmetros e paradigmas totalmente diferenciados. Não lidam com a fragmentação corpo/mente, ser/mundo fisicalidade/espiritualidade. A editora ao longo de sua existência publicou sistematicamente edições nos vário segmentos das terapias alternativas, inclusive no que diz respeito a sugestão psicossomática com o próprio livro inaugural. Inicia na linha mais convencional com a publicação do homeopata Alberto Seabra.

Mas o momento de inflexão da explosão das críticas a iatrogenia e emergência de fato das terapias alternativas como um caminho de novo e tido como consolidado se corporifica com a publicação de “O Ponto de Mutação”, que foi inclusive texto indicado em diversos cursos e disciplinas de várias universidades de peso no país. É o momento da crítica mais acirrada ao  cientificismo, a psiquiatria com o movimento antipsiquiátrico, da exaltação dos ânimos contra o prolongamento artificial da vida, busca de formas mais naturais e humanas de tratamento, além da crise generalizada dos modelos de sustentação das vivências urbanas. A temporalidade de maio de 68, da crise da contra cultura como alternativa a sociedade de consumo, da busca das alternativas para a própria sobrevivência do planeta  com a emergência da ecologia humana.

Ao analisarmos a obra para podermos dimensionar sua importância e impacto de imediato aparece a questão lógica cartesiana,

O título da obra é uma referência ao livro de I Ching quando há o apontamento do esgotamento de uma trajetória e o início de um novo percurso. Período denso de contradições mas rico em possibilidades de transformações. Capra parte da física subatômica e analisa a totalidade da experiência humana buscando entender o fenômeno da vida na sua totalidade, e uma explicação plausível para a natureza e suas formas de percepção. Dialoga com as várias áreas do saber, tecendo crítica contundente e de caráter profundo a racionalidade cartesiana na qual se ordena a ciência moderna. Discorre sobre as leis da natureza tecendo crítica sobre a lógica da percepção e representação do mundo.

Sua perspectiva holística, – visão da totalidade dos fenômenos naturais e culturais – pressupõe o pensar as categorias que orientam a nova abordagem da realidade seja em que nível for: o tempo, o espaço e a matéria. Desenvolvem uma dimensão  não estanque mutável, mutante, indicando as possibilidades de múltiplas articulações e projeções na transdisciplinalidade enquanto leitura/interpretação e, na realidade como natureza, cultura, espiritualidade e o próprio sentido do humano.

As mudanças de paradigmas propostas por F. Capra  não se limitam as interpretações científicas, mas envolvem o ato de pensar, as percepções e o sistema valorativo. Coloca-se em confronto/diálogo duas racionalidades distintas a da tradição, oriundo do racionalismo, lida como mecanicista e a emergente, a holística. Para Capra o racionalismo não entende a realidade como totalidade, pois isola os seus componentes para entende-los, descreve-os isoladamente não articulando-os com o todo. Perde-se a dimensão da totalidade e a multiplicidade das relações possíveis entre cada interface que a compõe. Tal procedimento analítico tornou-se presente, não só na ciência mas também no senso comum cristalizando-se com as três leis físicas que descrevem o movimento, desenvolvidas por Isaac Newton. Essas formulações que isolam, relativizam e tornam norma os princípios da ciência inibem uma percepção do universo em mudança e apontam para o estilhaçamento da consciência. Fragmentação inibidora do entendimento da gênese e tendências de mutações que tem como evidência as expressões dos movimentos culturais que pontuaram os anos 60 e 70 em escala planetária. A totalidade das instituições são questionadas tendo como inflexão as práticas culturais na música, teatro, cinema, literatura, poesia, artes plásticas, dança, esportes, sexualidade, espiritualidade, ensaismo acadêmico e fora do âmbito universitário e nas novas experiências políticas. Dificilmente aprendidas e vistas como componentes de um mesmo processo pela ótica da ciência convencional, institucional ou não.

A perspectiva holística, parte da leitura da relação de parte com o todo e vice versa, em uma dinâmica ininterrupta de pensar/refletir sobre as interações, inclusive da realidade com o pensamento. Assim, pressupõe uma visão do mundo integrada, valorizando cada aspecto da realidade como fundamental para o entendimento da totalidade. Não há fatos isolados. Há fenômenos não estudados e não entendidos. Mas, necessariamente compõe e se articulam com o todo, desenvolvendo visão sistêmica da vida, da mente, da consciência e evolução, possibilitando e apontando a perspectiva de interação Ocidente/Oriente nas abordagens da Psicologia e Psicanálise, indicando uma nova estrutura conceitual para a Economia e a Tecnologia.

O livro é uma síntese das interpretações e práticas sociais mais contemporâneas pois assume um discurso ecológico e feminista. A natureza vista como constituição por partes isoladas é encarada como manancial a ser explorado por grupos de interesses que se voltam para parcelas sem se preocupar com a totalidade, implicando na ecatombe, na superexploração dos recursos naturais e no desequilíbrio. É tratada como a mulher, objeto da necessidade do homem na construção e manutenção do seu poder, seja nas relações cotidianas, portanto no micro, seja no plano político/governamental e empresarial, isto é no macro. Elementos que estão intimamente associados mas não para a lógica da racionalidade cartesiana. Natureza e mulheres são nutrizes, fontes inesgotáveis de sustento, mas também indomáveis, rebeldes, sendo objeto da manipulação e controle desde as mais remotas eras até a atualidade. Esta relação história/cultura entre natureza e mulheres associa de forma lápida a ecologia e o feminismo. A visão fragmentada do mundo natural se materializa na concepção de vida e na leitura do homem apresentado em suas múltiplas dissociações corpo/mente, ser/estar, objeto/agentes, sadio/doente.

A história da natureza física do homem e a história cultural apontam para uma dissociação entre o biológico e o natural. Este hiato se expressa no estancamento do desenvolvimento biológico do homem que se processou há uns 50.000 anos, segundo Capra, e as constantes transformações tecnológicas, estéticas, das relações com a natureza, de religiosidade, e em todos os níveis do social que se manifestaram durante essa longa trajetória da humanidade que apontam para as grandes disparidades entre ciência, intelecto, tecnologia por um lado, e a sabedoria, a espiritualidade e a ética, por outro.

Essas reflexões de Capra são fundamentais como síntese das diversas manifestações anti cientificistas da contemporaniedade e dos movimentos de contestação do instituído. Suas investigações e interpretações sobre a vida apontam para a revisão das concepções da saúde, da medicina e das práticas médicas convencionais. Um momento e movimento privilegiado para se entender as terapias alternativas e as ditas complementares.

As práticas e teorias das terapias alternativas integrativas, sendo este o primeiro contraponto à medicina alopática. Visam a integração corpo/mente, indivíduo/comunidade, sujeito/paciente, saúde/doença, vida/morte, biológico/cultural apontam muitas vezes para um a perspectiva espiritualista. Buscam, assim, uma visão holística do ser nas suas múltiplas relações com o Cosmos.

Apresenta-se como integradoras do homem com a natureza, despontando como discursos e práticas de busca do equilíbrio pelos próprios elementos do meio natural e apontam para a questão de energia vital, que não é mensurável segundo os parâmetros da medicina alopática, mas fundamento muito das diversas práticas na sua trajetória histórica.

Para alguns autores o marco das terapias alternativas se situa a partir de um maior intercâmbio entre ocidente/oriente.

Isto no que se refere ao boom das terapias alternativas ou a sua aceitação e uso por amplos setores sociais. Mas temos que apontar a presença da homeopatia como expressão ocidental presente nos embates por perspectiva integracionistas desde o XIX, tanto em escala internacional como no território brasileiro.

Para outros, a tradição vem do pai da medicina, Hipócrates pois valorizava o poder curativo da natureza, e seu tris natua medicatics que se refere a capacidade do organismo se recuperar espontaneamente de uma doença. Assim, buscava estimular de várias maneiras o organismo doente para se encontrar a cura nas forças da própria natureza, buscando o reequilíbrio.

Outro princípio fundante de seu pensamento e prática que se vinculam aos princípios do vitalismo é a caracterização de diversos níveis de corpos, incluindo o chamado corpo sutil. Este existe simultaneamente com o corpo físico estando articulados por canais sutis, sendo ai a manutenção das forças físicas, psíquicas e mentais. A doença seja de que ordem for, representa um desequilíbrio da distribuição ou bloqueio desse fluxo energético – a energia vital sutil.

Ainda, emerge da prática hipocrática o princípio da similia similibios, a cura pelo similar, que se deu origem e sustenta a homeopatia. Tais princípios e práticas  foram rompidas por Galeno, o médico da aristocracia romana, que teve que desenvolver práticas imediatistas para amenizar sofrimentos e promover curas temporárias em indivíduos que detinham o poder. Tais procedimentos se traduziram em orientações para a medicina ocidental que passou a lidar sistematicamente com os sintomas e não com as causas das doenças. A cura é vista como o desaparecimento ou ausência dos sintomas.

As terapias alternativas e complementares são várias e oriundas de temporalidades e territórios distintos convivendo no cenário das almejadas integrações e da busca consciente de formas de tratamento e abordagem globalizante do fenômeno humano. São eles: acupuntura, a medicina chinesa, A Ayurveda, homeopatia, aromoterapia, florais, geoterapias, musicoterapia, terapias alimentares – vegetariana, macrobiótica, tipo sanguíneo – iridologia, shiatsu, reiki, bioenergética. São inúmeras as terapias, suas origens e procedimentos. A Editora Pensamento vem ao longo da sua trajetória publicando na área, projeto que se amplia com a Cultrix e mais acentuado nas últimas décadas com sua  reorientação.

Tais terapias vem encontrando divulgação e aceitação e busca, ampliando as discussões, disputas e incorporação por parte da medicina tradicional, na medida em que tem lidado de maneira exemplar com as chamadas doenças crônicas e degenerativas, principalmente o câncer, as doenças cardiovasculares, as da baixa imunidade, das disfunções endócrinas, o stress, depressão e as psiquiátricas.

A grande meta das terapias alternativas é a busca do equilíbrio vital e de qualidade de vida, apontando para o reequilíbrio vital e a harmonização com a natureza. Assim, pressupõe um trabalho com o meio ambiente e as forças revigorantes da natureza, pontuando um discurso que é nitidamente ecológico.

Destacamos algumas  das Terapias Alternativas existentes e que estão presentes no catalogo da Editora:

  1. Acupuntura: Método de tratamento chamado complementar, que consiste em inserir agulhas através de pontos específicos do corpo estimulando o livre fluxo energético.
  2. Iridiologia: Método em que o médico ou terapeuta podem analisar, através das marcas ou sinais da Iris, as condições reflexas dos vários órgãos e sistemas do corpo. Marcas que representam um quadro detalhado da integridade do corpo.
  3. Florais de Bach: Essências preparadas a partir de flores naturais para tratar a saúde emocional e espiritual.
  4. Aromaterapia: Prática terapêutica que se utiliza dos Óleos Essenciais 100% puros para a prevenção e/ou tratamento auxiliar de problemas físicos, psicológicos e energéticos.
  5. Cura Quântica: A cura quântica é uma forma terapêutica que se baseia na canalização da Energia Universal e pela qual se procura equilibrar energeticamente os vários corpos. Cura ao nível físico, emocional e mental por meio do realinhamento energético.
  6. Massagem Tuina: Tui-Ná é a massagem terapêutica para harmonizar a energia essencial do corpo entre o Yin e Yang. Fundamenta-se na teoria dos cinco elementos: água, fogo, terra, madeira e metal que simbolizam os órgãos internos.
  7. Método Louise Hay: Louise Hay é uma cidadã americana que desenvolveu um método para elevar a auto-estima e o amor-próprio em cada um de nos. Método para ajudar pessoas que saem de relações conflituosas, de processos de vida difíceis, onde a negatividade é o dia a dia.
  8. Reflexologia: Terapia manual ao nível dos pés e consiste em pressionar e massagear em pontos reflexos precisos, com base na premissa de que as áreas reflexas dos pés correspondem a todas as partes do corpo.
  9. Reiki: Traduzido do japonês, como “Energia Vital do Universo ou Força Vital do Universo”, é uma arte tibetana. Sistema simples mais profundo, de cura natural através da imposição das mãos.
  10. Florais de Bach: São 38 essências à base de flores e plantas que estimulam a capacidade de cura do próprio corpo, nos níveis físico, psicológico e social. As essências Florais de Bach são únicas, não tem qualquer contra-indicação.
  11. Shiatsu: Shiatsu em Japonês significa pressão com o dedo (shi = pressão e tsu = dedo). É um sistema de massagem japonesa que utiliza variadas técnicas de pressão e estiramento para harmonizar a energia vital do corpo (ki ou Chi) e restabelecer o bem estar.
  12. Astrologia: Via de autoconhecimento, feita numa abordagem transpessoal e humanista e que tem como objetivo situar o Ser no seu processo evolutivo. Através de interpretação do mapa Astral é possível tomar consciência dos desafios que são propostos para esta vida.
  13. Quiropatia: Ajuste vertebral para remover a pressão sobre os nervos espinhais e restabelecer a estrutura corporal. Com o ajuste o fluxo de impulsos entre o cérebro e a medula espinhal é normalizado, o organismo começa a se renovar e a se reconstituir.
  14. Massagem Biopranica: É uma massagem que atua não só a nível do corpo físico, com efeitos terapêuticos no tecido nervoso, muscular, respiratório, circulação sanguínea e linfática, como também a nível emocional (relaxamento profundo), desbloqueando também os canais de energia.
  15. Drenagem Linfática: É utilizada para liberar toxinas, melhorar o seu sistema imunológico e regenerar os tecidos, contribuindo, assim, pra uma melhoria geral do seu estado de saúde.

Cromoterapia: Utilização da cor para estimular as energias da Aura-Soma, dos campos energéticos sutis. Alteração dos padrões energéticos aumentando a energia vital e do bem estar, através do equilíbrio dos chacras

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